sábado, 29 de janeiro de 2011

Viver

Ser humano, o animal mais estranho do universo,
Porque não aceitam as pessoas como elas são?
Porque não vêem o por do sol?
Porque não se apaixonam mais perdidamente?
Porque não param por um minuto,
Apenas para ver a beleza do céu estrelado com a mais bela das luas?
Medo de viver?
Chorem mais...
Corram riscos...
Riam mais...
Trabalhem menos...
Morram de amor...
Aceitem a si mesmo...
Esqueça tudo, só por um dia...
E viva! Já que não dá mais para viver no mundo de hoje.
Deixar a vida passar em vão, é bobagem.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Belo Amanhecer

Mais um dia de chuva, o céu sob uma constante camada de nuvens, o sol não parece nesses dias, o quintal molhado, os pingos de chuva caíam como em câmera lenta dos telhados para o chão, um filme passando na TV, chocolate quente entre as mãos gélidas, uma tigela de bolinhos de chuva com açúcar e canela bem no centro da pequena mesa preta de vidro, tudo tão úmido e frio. Apesar de raro os momentos frios, eu nunca gostei deles, mas com ela todos os dias, mesmos úmidos e frios parecem não existir, irei lembrar-me sempre dos poucos momentos juntos, momentos pequenos e perfeitos que ninguém me dará, nem mesmo parecidos.
As manhãs que acordei com você, sempre estarão comigo mesmo que fique grisalho e velho, porque ela é como um belo amanhecer, quando a lua ainda está no céu, é com ela que eu quero viver, chorar, rir, amar. Ninguém me entende ou tenta me entender como aquela garota, ninguém faz como ela, porque é ela e mais ninguém.
Acho que finalmente te encontrei, ela é como fogos de artifícios no ano novo, ela é o meu completo oposto, eu a amo e talvez não consiga viver mais sem ela ou sem uma pequena lembrança da minha pequena. Hoje não me arrependo de nada que fizemos juntos, ela trouxe a mim de novo a alegria completa e o amor.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Algumas vidas matam

Steffanie já havia sido feliz, até o mundo dar voltas e voltas, até seu pai de herói virar vilão, até sua vida ficar completamente de cabeça para baixo, até se apaixonar perdidamente e não ser correspondida e finalmente ir morar com sua tia.
Ir morar com sua tia Beth não era um desafio, ela só vinha para casa às vezes para almoçar e chegava em casa em torno das 18:00 ou 19:00. Sua vida tinha tornado-se calma, mas nem por isso o passado tinha deixado de atormentá-la.
Antes do passar dos anos, quando morava ainda com seus pais, a sua vida lá só piorava, tava tornando-se cada vez mais um inferno. Brigas quase todos os dias, por motivos fúteis, ouvir que era odiada por seu pai não era nem um pouco agradável, mandá-la ir embora de casa pior ainda, a esperança era um lugar desconhecido para ela.
Chegou um tempo que Steffanie não aguentou mais, não falou tudo que seu pai merecia ouvir, falou pouco muito pouco, mas falou o que sentia quando ele falava aquilo pra ela. Depois de muitas lágrimas derramadas, depois de ter acabado a última briga, seu pai veio ao  quarto dela e disse que mudaria, que nunca mais diria aquelas palavras pra ela, nem pra mais ninguém, pediu desculpas, Steffanie não respondeu, mas não guardaria rancores.
Ele realmente mudou, mas nunca será esquecido por ela, nada do que ele fez à ela, os atos, os xingamentos, nem nada disso e ela ainda se pega chorando, lembrando de tudo que ele fez com ela e prometendo a si mesma, que nunca tratará seus filhos assim.
Algumas vidas matam. A morte, apenas te leva.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Amor

  Só uma frase...

Se eu passo muito tempo sem falar com você, não paro de pensar em você, rezo mais por você do que por mim e quando você sorri o mundo se torna perfeito, porque você me fazer bem e não é apenas mais um, porque eu não sinto isso por mais ninguem e não quero que a distância atrapalhe, eu te amo.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Sempre



Todas as vezes que eu choro por você,
É porque você exerce um poder sobre mim
Você é o único que me faz rir e chorar ao mesmo tempo,
É você que alegra meu dia só com uma foto,
É aquele que uma vida inteira contigo não é o bastante,
E a eternidade também é pouca,
Porque ao teu lado é o meu lugar,
Ou pelo menos é aonde eu quero estar,
Aqui ou em qualquer lugar,
Não importa mais a distância,
Se você mora perto ou bem longe,
Eu te quero pra mim
Até o fim

sábado, 1 de janeiro de 2011

Cibernético



Em frente ao computador,
Perguntando-me a todo minuto,
Cadê você?
Olhos fixados na parte direita da tela,
Celular do lado, a qualquer mínimo ruído
Ele está nas mãos,
Rezando para que seja ele,
Ligando ou mandando torpedo.
Mas não é...
E eu não sei o porquê de ser tão boba,
Porquê eu apenas  não o esqueço?
Porquê meu sentimento mudou?
Não tem explicação!                                                  
E eu digo a mim mesma,
Amanhã será diferente,
Eu vou sair e esquecê-lo.
Mas eu esqueço de tudo que disse,
Assim que a janela do canto direito sobe.
Nada mais existe,
O coração dispara, a garganta seca,
Mal conversamos e ele sai,
Massacro-me por dentro,
Pensando em tudo que devia ter falado,
No dia seguinte,
Acontece tudo de novo e sempre vai ser assim
Até tê-lo pra mim.


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