sábado, 1 de janeiro de 2011

Cibernético



Em frente ao computador,
Perguntando-me a todo minuto,
Cadê você?
Olhos fixados na parte direita da tela,
Celular do lado, a qualquer mínimo ruído
Ele está nas mãos,
Rezando para que seja ele,
Ligando ou mandando torpedo.
Mas não é...
E eu não sei o porquê de ser tão boba,
Porquê eu apenas  não o esqueço?
Porquê meu sentimento mudou?
Não tem explicação!                                                  
E eu digo a mim mesma,
Amanhã será diferente,
Eu vou sair e esquecê-lo.
Mas eu esqueço de tudo que disse,
Assim que a janela do canto direito sobe.
Nada mais existe,
O coração dispara, a garganta seca,
Mal conversamos e ele sai,
Massacro-me por dentro,
Pensando em tudo que devia ter falado,
No dia seguinte,
Acontece tudo de novo e sempre vai ser assim
Até tê-lo pra mim.


5 comentários:

Lunna! disse...

Ai, ai até entendo isso... Paixão a distancia??kkk Teenso... Adorei o poema ^^

Ludmila Veyda disse...

Pois é *-*
Obrigada Luna :p

Unknown disse...

Muuito boom curti^^

Anônimo disse...

Complicado hein Lud ^^

Ludmila Veyda disse...

Complicado é pouco ^^

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